Archive for March, 2007

Tuesday, March 27th, 2007

Tô ficando frouxa. SEMPRE choro quando vejo essa versão de I’ll Follow You Into the Dark, do Death Cab for Cuties. E nem é a oficial da música.

Friday, March 23rd, 2007

“Don’t be scared, like the books you’ve read
You’re the heroine
You’ll be doing fine
Wouldn’t you like to get away?
Bestowing the memory of good and evil
On the ones you left behind”

 :: Belle & Sebastian – Le Pastie de La Bourgeoisie

Sunday, March 18th, 2007

Quero os olhos de Clarisse Lispector e os risíveis amores de Kundera.

Aprender a rir.

Porque ele não levou a sério, ele riu. E todo mundo também deveria rir. É singularmente engraçado. É a ‘fina ironia’.

E de repente me chegaram os comentários e perguntas que eu aguardava. O reino da Dinamarca estava tranquilo demais. É tão previsível… E nem consegui rir. Fui gentil e passei minha vez. Sair daquela fila foi a melhor coisa que fiz. Nunca achei a espera em vão muito interessante.

Saturday, March 17th, 2007

22.jpg

Se não fosse inútil não teria graça, ora

Friday, March 16th, 2007

http://eeuauaughhhuauaahh.ytmnd.com/

Gostar pra caráleo é…

Wednesday, March 14th, 2007

… ficar até 02:40 da manhã revisando um projeto do senhorio e fazendo uma apresentação em .ppt pra ele apresentar pro chefe no dia seguinte. E só pq ele foi meigo e, mesmo cansado, me acompanhou num “social” à noite.

So follow my lead and we’ll one two three

Tuesday, March 13th, 2007

Por culpa da K., a rainha do ‘easy listening’, me apresentar o The Pipettes, agora eu quero vestido de bolinhas e óculos de armação branca. Vai no Youtube e assiste o vídeo de Pull Shapes. Qualquer semelhança com o de Buddy Holly, do Weezer, é mera coincidência.

Souvenir

Tuesday, March 13th, 2007

Arrumei o quarto hoje. Por mais banal que isso possa parecer, pra mim é representativo demais.O quarto é uma mistura de área de lazer, estudo e trabalho, logo, muitas vezes vou passando pelas coisas sem me aperceber, só juntando papéis na bancada e livros ao lado da cama para ler antes de dormir.

Ajeitei os livros, separei as revistas técnicas, rasguei papéis, coloquei as apostilas, os impressos que coleciono e os convites das últimas festas em suas respectivas caixas. E percebi que a flor que ganhara no dia da mulher já estava morta. Me surpreendi com a forma como me desfiz dela. Não foi com tristeza, mas sim com uma estranha satisfação de saber que o sentimento que motivou o presente, não estava indo embora com a rosa, que as coisas não se concentravam ali, mas difusas em outras referências, em outros momentos.

E aí que no meio de tudo isso, de lembranças e risos saudosos sendo guardados em caixas, achei uma carta. Separei. Terminei as coisas, lavei as mãos da poeira, abri a janela, acendi o difusor, tomei um banho, preparei um chá, sentei na beira da cama e reli a carta.
Foi escrita um dia antes do término e, tinha um ar de alegria e mea culpa. Então relembrei os dias posteriores àquela data, em como eu me surpreendi com minha própria reação. Não chorei, não me lamentei.

“And in her eyes, you see nothing” (1)

Não lembro mais. Talvez tenha ficado um pouco frustrada e só. E então viajei, conheci pessoas, revi outras tantas, voltei com outros olhos, nenhum resquício do que tinha acontecido continuava por aqui.

“She doesn’t need him” (2)

Os meses foram passando e as coisas cada vez se ajustando mais, apesar de confusas, porque doismileseis foi um ano turbulento, mas eu tava ocupada demais pra pensar em arrumar o quarto de novo.

Quando achei a carta, a primeira coisa q pensei foi “por que ainda não está guardada na caixa mas no meio dos meus papéis de consulta?”. Li pela segunda vez (a primeira foi quando recebi).

“And yet you don’t believe her when she says her love is dead
You think she needs you” (3)

Uma rosa morta tão viva e uma carta viva tão morta. Talvez seja indiferença, mas não senti muita coisa relendo, sabe? Lembrei de alguns momentos e só. Nem saudosismo, nem alegria, nem raiva, nem nada. Como quem lê um livro de história e diz que as coisas não foram bem daquele jeito, mas que pra fins didáticos já serve. Guardei na caixa. O quarto está arrumado e sem nenhum papel fora do seu devido lugar.

(1), (2), (3) The Beatles – For No One

Sunday, March 11th, 2007

- A Scarlett Johanson deu pro Benício del Toro na festa do Oscar do ano passado.
- Como tu sabes?
- Eu tava lá. Eu era a ascensorista do elevador.
- Sabes mesmo escrever ascensorista ou foi no Google antes?
- Eu sei, claro. Fazia ditado no colegio e nunca entendi porque a gente tinha que aprender a escrever ‘ascensorista’, já que é uma profissão quase falida. Já não se vê ascensoristas por ai.

Post-it mental

Sunday, March 11th, 2007

Me dei conta que nunca escrevi nada fofinho por aqui.

Fofinho.

Done.