Da série Pequenos Mimos que fazem a vida valer a pena…
.. Chegar em casa e encontrar o seguinte e-mail:
subject: Weird, huh?
não perde, em setembro vai ter show das bibas from viscaya. iremos!!!
BAYGON COM GIN TONICA!
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Da série Pequenos Mimos que fazem a vida valer a pena…
.. Chegar em casa e encontrar o seguinte e-mail:
subject: Weird, huh?
não perde, em setembro vai ter show das bibas from viscaya. iremos!!!
BAYGON COM GIN TONICA!

Las Bibas From Viscaya – Vale tudo Fia (Pt I). Dispensa comentários. Thanks K.
Las Bibas From Viscaya – Vale tudo Fia (Pt II). Sem comentários também. Thanks k.
Las Bibas From Vizcaya – “A MERDA” (A merda da América) - Afe Maria. Alguém mate Las Bibas from Viscaya ou eu nunca mais vou fazer nada na vida!!
Prabhu Deva – Kalluri Vaanil - O “clássico” agora com legendas. Thanks I.

The Raveonettes – Love Trash Can. Para amolecer os corações.
The Angels – My Boyfriend’s Back. Sim, fofíssimo. O Raveonettes fez um cover dessa música. Ficou tão bom quanto o original.
The Queers – Punk Rock Girls - De volta à adolescência Parte I.
The Pixies – Debaser – De volta à adolescencia parte II. “Wanna grow up to be a debaser!”
The Flaming Lips – The Yeah Yeah Yeah Song – Procurando por The Yeah Yeah Yeahs, achei esse clipe do Flaming Lips que é surreal, bizarro, de mal gosto, e.. amável!
The Yeah yeah yeahs – Maps – Dizem que a Karen O chorou durante a gravação. Não duvido. Até eu choro.
Zéu Brito – Soraya Queimada – Oh, yeah, baby, it’s shagadelic! Esqueça o filme. Essa versão é muito melhor. “Cantem, meninos e meninas, de mãos dadas, como papai gosta. É isso mesmo. Que coro bonito. QUEIMAAAAA!”.
Bidê ou Balde – As cores Bonitas – São lindas mesmo. Clipe sensacional. Mas quanto à música, prefiro Microondas, que não tem clipe.
Video Hits – (vo)c – Continuando a série bandas do sul.
Papas da Lingua – Calor da Hora - Firou famosinha lá pelas bandas baixas do Brasil. Uma das frases chegou a ser tema do R de lá: “o infinito é tão legal/o que será que vem depois?”. Faz parte de um filme do Jorge Furtado chamado Houve um Vez Dois Verões, que eu pessoalmente acho pavoroso, mas com uma trilha sonora muito boaaa. Muito mesmo.
Wander Wildner – Lugar do Caralho - Eis um link dedicado para a maior fã do WW que conheço. Não cito nomes.
Weezer – Big me (cover) – Confirma isso, K.? A imagem ta horrenda.
Johnny Rivers – Secret Agent Man - I S2 Johnny Rivers.
Foi ele que me alertou: “ja olhou atrás de você? Esta tudo uma zona!”. Foi assim que começou o processo. Arrumei os papeis. Finalmente. Agora em caixas. Soltos, só os livros e revistas, sendo que estas últimas se tornaram um problema, já que são obras de referência e não coisas descartáveis à la Veja e IstoÉ. Não sei como guardar de forma satisfatória.
Os papéis finalmente saíram de uma indecente sacola de papelão e ganharam uma papeleira. Ficou chique. As caixas de dividem em:
- Artigos: Em geral, coisas interessantes impressas da Internet.
- TCCaixa: A caixa do TCC. Artigos relativos à estrutura, e muitas coisas sobre o tema, além de algumas versões prévias, a versão final, e outras anotações que fiz na época e podem servir futuramente, além das normas da ABNT na íntegra. Nada de mastigação.
- Material de escritório: Basicamente, papéis fofos e coloridos, além de blocos e materiais especiais e/ou em formatos diferenciados.
- Impressos: Sim, eu saio por aí pegando folder, flyer, revistas institucionais e vou largando por aqui. Juro que servem como referência. Ganharam uma caixa. Tem até toalha de bandeja do McDonald’s
- Coisinhas: É um nome engraçado para uma caixa especial. Contém cartões, bilhetinhos, recados, telegramas, e outras coisas especiais. Até a pulseira horrorosa do N tá lá. Não, o crachá ficou pendurado junto com os outros, no meu quadro de cortiça, fazendo companhia pra Vênus no Espelho e a folhinha do coração de Maria.
- Especialização: É a mais nova. Já possui R$ 21,20 de apostilas xerocadas, além de algumas anotações e um bloco de folha de fichário.
Agora só falta uma solução satisfatória para os CDs sem capa, que não ocupe muito espaço, e aceite empilhamento. Ah, sim, e pros sapatos, afinal comprei novos 5 (sim! CINCO! Até eu me assusto) novos pares, todos fechados. E realmente NÂO HÀ lugar para eles.
Hà algo de muito engraçado nisso tudo. Não é só as coisas que tão indo finalmente pros seus lugares, é a vida. Isso se reflete em tudo. Continuo dentro da casca, no momento pós-qualquer-coisa-importante, num processo de digestão de informações, se preparando pra sair, olhando pra fora e conferindo o tempo. Aqui o tempo nunca muda, esqueceu? Sempre sol e um pouquinho de chuva. A gente que gosta de fazer drama.
De fato, talvez daqui a uns 3 meses esteja tudo uma zona novamente, mas pelo menos por enquanto, quero tudo onde tem que estar. É um processo meio louco e absurdo de amadurecimento mas que faz sentido pra mim. Os rituais de exorcismo. Os dias de Shiva, a destruição. Todas estas linhas pra resumir em: este é um ritual.
Mais uma vez sonhando com a organização de um encontro de design. Fazendo as contas. Deve ser a quinta vez em duas semanas. As outras eram genéricas, sonhei com Rs, alguns Ns, mas essa foi bem específica: era o último dia do N. Tentava comprar frutas, livros, água, falava com algumas pessoas, não lembro do rosto de nenhuma, ou melhor, nenhuma é minha conhecida. Estava sozinha me virando. Independente.
Qual a mensagem secreta?
A vida começará a ficar complicada a partir de agosto, mas desde então avisa-se que o blog entrará novamente no estágio de clippagens e piadinhas.
Ass: A Gerência
É Nóis. Produção brasiliense dublada em português com legendas em inglês. Provando que o youtube rouba o meu tempo útil.
Belle and Sebastian covering the Strokes live ou Belle & Sebastian covering Van Halen’s Jump live in Melbourne. Para ter medo. Antecipação do fim do mundo. E olha que gosto dos caras, mas os pulinhos do Stuart acabam com tudo.
Juro que ainda não tinha visto isso. Tô por fora das notícias? É isso? Lembrando que esse show ocorreu no dia do meu aniversário. Trááágico. Brigas, groupies, acidente de carro e o que seria o ínício do fim. É nesse festival que vem Móveis? Mistério… passagem aérea pra 12 pessoas, por favor. Essas cenas me fizeram lembrar quando o I. fez uma materia pra tv com imagens do show do Sapatos e em cuja edição, milimetricamente estudada, parecia q eu tava dublando Gay Bar (”I wanna take you to a gay bar! gay bar! gay bar!”). Ia fazer o quê? Fiquei rindo da presepada mesmo.
Ah, sim, também me faz lembrar certa pessoa que passou o show inteiro do Wander Wildner gritando coisas libidinosas para o moço e depois saiu por ai dizendo q fui eu… ;]
E o GG também não tinha me dado o link disso.
Third Eye Blind tocando Semi-Charmed Life é tão… adolescente. É tão mIRC :]
Nessa época eu ia ser jornalista, a K., que já era fã do Placebo, iria passar futuramente em Administração (era isso, né?) e o mano ainda tava terminando o colégio e era amigo de um cara com o apelido de Marco Monteiro, que depois virou o Légolas da Amazônia. A nossa amiga, aos 18, ia estar só as pelancas (piada do staff) e o Friko era gordinho e tinha o apelido de Ursinho Puff.
A gente jogava futebol de sabão e fazia trash quiz com um lag absurdamente alto, e falava mal dos provedores. Ah, todo mundo ouvia Cranberries porque foi o Igor que nos doutrinou, e eu e a K. ouvíamos Oasis e ainda tinha a “tuchaua do ídolo” (piada do staff novamente) e os encontros da BrasNET no Kibe House e depois, na BrasIRC, todo mundo queria ser op do #belem, o segundo maior depois do #brasil. Baixar uma música rápida, significava ficar pelo menos 1 1/2 na frente do computador e com possibilidade da conexão cair e vc perder todos os dados.
A gente tinha acabado de tirar a gatinha Electra das ruas de Belém. Lembra?
- Credo, esse gato é cego ainda! Vê o olho fechado!
- É remela!
A gente ia pro shopping de fresquinho, pros IRContrões, na sexta-feira à tarde e eu tinha que voltar antes das 7 da noite. Meu cabelo ainda era natural (faz realmente MUITO tempo), não usava aparelho nos dentes e ainda precisava de autorização dos pais pra sair do colégio e dos professores pra ir ao banheiro na hora da aula. Tive meu primeiro namorado, um cara com nome de terrorista árabe e era viciada em sorvete de flocos nevados, além de fazer karatê.
Faz tempo… Relembrar é bom mas sinceramente, não sinto saudades.
Prefiro Hard to beat. Tem mais história. Semi-charmed life só ouvia fechada no quarto.