Que porra de noite estranha!
E q merda de telefone toca as 3:30 da manha sem ninguém falar nada?!?!
Não me permito surtar após 2 meses de calmaria. Não mesmo…
Archive for September, 2005
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Tuesday, September 20th, 2005112683987847125082
Thursday, September 15th, 2005Your brain is 29 % feminine and 54 % masculine!
Well done! I hope you enjoyed taking this test. AND REMEMBER It doesn’t explain how masculine and feminine you are, it explains which part of your brain -left or right provides what skills you may possess! Please RATE!
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Saturday, September 10th, 2005Isso aqui num cantinho, em segundo plano, sem atualização.
Fazendo cousas e cousas e cousas…
Mentira. Também. Sempre fiz muitas cousas.
O fato é q eu ando tranquila demais. Demais. Por demais. Irritantemente.
Estranhamente to vivendo um dia após o outro. Por completo. E, felizmente, aprendi a ignorar meus monstros de Liliput. Se foi difícil? Não sei. Mas talvez tudo tenha começado naquele post que disse q seria o primeiro dia do resto do ano.
Simplesmente acordei e falei: já era, baby.
Não. Menti. Eu tive q aprender a ignorar. Já era hora. Acho que isso sempre foi uma qualidade. Sempre vivi perseguida por mil coisas, ansiosa, pilhada, mas quando eu digo “acabou”, então acabou, e não volto, não olho pra trás, não penso no que poderia ter sido e no que não foi.
Resignada? Não. Apenas me dando conta que a melhor pessoa da minha vida… bem, sou eu mesma. Não importa. Egoísmo? Pense o que quiser. O que importa é que tô melhor assim.
Obrigada, Senhor.
Amém.
Será que era tudo uma provação? Maldita criação católica. A gente sempre fica pensando essas coisas. Tudo vira castigo ou presente divino.
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Sunday, September 4th, 2005Quando viajei, em julho, minha net bugou, assim, agoniada e ansiosa com mil coisas, escrevi num caderno os posts que colocaria assim que as coisas voltassem ao normal. Era uma série de quatro. Nunca postei nenhum. Ontem, relendo, escolhi um e vou botar aqui. Foi escrito na madrugada do dia 12/07, o dia q viajei. Estava nervosa, ansiosa, pilhada, e escrevi pra ver se as coisas passavam.
Parece uma grande bobagem, mas mudei muito nesses dias longe de casa.
Eu aqui sem dormir e a cabeça vagueando. A passagem já tá comprada e sempre que a seguro sinto um frio na barriga, uma ansiedade que digo ser inexplicável, mas que sei de onde vem. Nem todos os Valeriane e Água de Melissa do mundo me fariam relaxar.
Sei exatamente o que procuro e acho que vou encontrar. Aliás, sei que vou achar e é disso que sinto medo. De quanto será minha mudança após a viagem?
Muita coisa vai ficar para trás, é verdade, mas me intriga imaginar que novos pensamentos vão povoar minha mente.
Vou chamar de “busca espiritual”, um nome idiota para algo que passa longe disso. Será? Na última vez era o suspiro final de muita coisa e voltei em lua-de-mel com o que antes considerava um empecilho em minha vida.
Medo. Medo. Medo. Medo de mim, de saber o que sou capaz, e de onde são meus limites – são distantes -, e assim me pergunto se levo a bagagem certa e se terei discernimento suficiente de trocar meus espelhos por algo mais.
Não preciso e nem quero que ninguém me indique o caminho. Me irritam os cuidados e não quero ser cuidadosa. Quero viver isso por completo, me afogar na experiência, sentir o gosto do novo. Do novo. Porque nunca mais vou ser dessa forma, mesmo que siga as mesmas placas.
E foi assim que decidi ir. Sei que deixarei pedaços de mim espalhados e que prometerei buscar mais tarde. Sei que alguns desses pedaços conseguirei recuperar, enquanto outros cicatrizarão de forma estranha, dando pontadas quanto tocados.
Acho que não peço muito, só uma nova paisagem que faça meus olhos se abrirem novamente e aprenderem a achar (de novo) a beleza nas coisas que sempre me cercaram, mas perderam o encanto.
Vou e prometo não demorar. Diz que me espera e que vai sentir minha falta. Quando voltar, percebe, quando voltar não vou mais chorar, vou sorrir feliz e te olhar com olhos de longe, que viram tudo e pararam em você.
Cumprirei todas as minhas promessas e meu presente vai ser um coração mais leve.
Me espera.