Sou foda.
Tenho que terminar o projeto de um TCC, ouvir o CD de um freela e fazer um jornal pra amanha! O projeto é pra quinta, o freela deve iniciar na próxima semana. E aí, que to fazendo? Internet.
Se fuder.
Archive for April, 2005
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Wednesday, April 27th, 2005111984097215552569
Monday, April 25th, 2005Estranhamente sempre gosto de escrever aos domingos.
É noite. Passa Queer Eye for the Straight Guy na televisão. Em outros momentos talvez eu achasse que isso é alguma forma de decadência humana, mas ultimamente acho que degradante mesmo é assistir Zorra Total no sábado à noite. Mesmo que se fique em casa, melhor fugir dessa opção.
E vendo esse programa, confirmo o que meus amigos sempre afirmam: sim, tenho uma queda pelos gays. Mas enfim, quem não teria? Perceba que pegaram os gays mais perfeitos e bem-sucedidos em sua profissão pra esse programa e, melhor, não afetados (ops, Carson tá fora dessa – o das roupas).
E eu casaria com o Kyan, o famoso groomin’, sem pensar, o ‘guy’ da aparência. E hoje isso isso se confirmou enquanto via o programa. Vê que coisa bizarra: percebi que dos meus últimos casinhos, pelo menos 2 possuíam claras semelhanças físicas com ele (!!!!).
Um deles era mais óbvio, o ‘garotinho’. Um ano mais velho que eu, olhar perdido, rosto bonito, mas inseguro demais. Poderia entrar em mais detalhes aqui, mas prefiro me conter. Sim, sim, sei que o intuito é manter isso aqui ‘acima de qualquer suspeita’, e assim será.
O outro era um moço mais vivido, mais velho que eu uma dezena de anos, foi um dos casinhos recentes…
* nesse momento paro de escrever para ver o Kyan dando dicas de beleza e fico pensando “ah, minha Sta Genoveva, um homem desses na minha frente e eu ia decretar feriado oficial por uns três dias *
… Ah, uh, sim, pois é, voltando ao assunto, era um casinho recente e nem eu sabia explicar o que ele tinha que tanto me atraiu, mas vendo hoje o Queer Eye percebo que ele é bem parecido com o Groomin’.
E agora, que fazer? Se fosse homem talvez fosse mais fácil, sei lá, achar o e-mail do cara e falar “ei, baby, vamos brincar de pederastia”, mas infelizmente na conjutura atual o máximo que posso fazer é ficar olhando pela TV e pensando o quão injusta a vida pode ser.